quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Paraty A idosa senhora do Mar


















Paraty fica no lado oeste do Estado do Rio de Janeiro, a 268 km da capital, cidade do Rio de Janeiro.

Em 1667, após varias revoltas populares, emancipou-se de Angra dos Reis, tornando assim independente.

Paraty, esta apenas a uma atitude em média de 5 metros e entre dois rios. Quase ao nível do mar, a cidade foi projetada levando em conta o fluxo das marés. Como resultado, muitas de suas ruas são periodicamente inundadas pela maré, tornando-a muito pitoresca.














Parati possui cerca de cinquenta bairros e localidades. Os mais populosos são o Parque da Mangueira, com cerca de 7 000 moradores e Ilha das Cobras, que tem cerca de 2 000 habitantes.Os que concentram maior renda são os de Laranjeiras, Mambucaba e Centro Histórico.

Outros bairros importantes que estão próximos ao Centro são: Chácara, Chácara da Saudade, Bairro de Fátima, Patitiba, Parque de Mangueira, Ilha das Cobras, Parque Ipê, Portão de Ferro I, Portão de Ferro II, Portão de Ferro III, Vila Colonial, Parque Imperial, Caborê, Pontal, Jabaquara, Portal das Artes e Dom Pedro.

Alguns bairros que ficam distantes do Centro: Ponte Branca, Caboclo, Cabral, Portão Vermelho, Pantanal, Parque Verde, Condado, Penha, Corisco, Corisquinho, Coriscão, Patrimônio, Vila Oratório, Trindade, Quilombo Campinho da Independência, Córrego dos Micos, Pedras Azuis, Boa Vista, Várzea do Corumbê, Corumbê, Praia Grande, Barra Grande, Graúna, Colônia, Serraria, Taquari, Sertão do Taquari, São Gonçalo, Tarituba e São Roque.
















A cidade manteve-se estagnada por longos anos, antes da construção da Estrada Rio-Santos, e graça a este fato, seus casarios coloniais e calcamento em pedra moleque mantiveram-se preservados, no conhecido Centro Histórico até os dias de hoje. 

Hoje Paraty é notadamente uma cidade turística e internacionalmente conhecida por seus festivais culturais e de tradições caiçaras, povo indígena oriundos da localidade e que mora nas proximidades.

Pelas ruas de pedra irregular, circulam-se a pé – a entrada de veículos é proibida na maior parte do Centro Histórico - turistas do mundo inteiro, atraídos pela beleza da arquitetura típica do Brasil Colônia. As casas históricas foram requalificadas como pousadas, restaurantes, lojas de artesanato e museus, em meio a apresentações de músicos populares e de estátuas vivas.

A rede hoteleira na Cidade é constituída de pousadas.

Outro aspecto de relevo no setor é a prática de mergulho autônomo. As águas calmas, cristalinas e sempre tépidas da Baía da Ilha Grande são ideais para essa prática, atraindo grande número de praticantes. Várias operadoras de mergulho oferecem seus serviços na cidade e nas marinas, atendendo não apenas às escolas de mergulho, mas também a turistas interessados em conhecer a Parati subaquática.

Lugares de interesse

- Chafariz do Pedreira - à entrada da cidade, em mármore, foi iniciado em 1851 e inaugurado em 1853 pelo conselheiro Luiz Pedreira do Couto Ferraz que bebeu sua primeira dose de água em copo de ouro

- Sobrado dos Bonecos e Passos da Paixão - localizado à Rua Tenente Francisco António, nele se destaca o beiral em telhas de louça, devido a existência de diversos bonecos que encimavam a platibanda do casarão. Ao lado esta situada a Capela da Paixão, aberta somente na Semana Santa para as procissões.

- Antiga Cadeia Pública ou Quartel da Patitiba - Data do início do século 18. Entrou em ruínas e em seu lugar foi construída a cadeia pública. - atualmente, sedia a Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes do município e o Instituto Histórico e Artístico de Paraty e a Biblioteca Municipal.

- Igreja Santa Rita de Cássia – Cartão postal da cidade foi construída em 1722, sendo a mais antiga edificação religiosa da cidade. Até a conclusão da igreja de Nossa Senhora dos Remédios, foi a Matriz de Paraty. Quem chega de barco, avista a edificação ao longe. Nela funciona o Museu de Arte Sacra de Paraty. Largo de Santa Rita, centro histórico. De quarta a dom., das 9h às 12h e das 14h às 17h.




















- Rua do Fogo - é uma das poucas ruas da cidade que conserva o seu primitivo nome. Situada entre os vértices do Largo de Santa Rita à Rua Maria Jácome de Melo.

- Rua Dona Geralda - Geralda Maria da Silva nasceu em Parati em 1807. Benemérita, herdou de seu pai grande fortuna, que a lenda local associa à descoberta de um tesouro de piratas. Localiza-se a Casa da Cultura, datada de 1754 e que ate metade do século 19 foi escola publica. Abriga eventos e exposições artísticas diversas.

- Rua da Praia - comunica o Mercado do Peixe à beira do rio Perequê-açu. Em determinadas luas, é inundada pelas águas da maré alta, que refletem o seu casario, espetáculo que atrai a atenção dos turistas.

- Rua Fresca - outrora denominada Rua das Dores (por abrigar a Igreja de Nossa Senhora das Dores)

- Sobrado dos Orleans e Bragança, próximo à Igreja de Nossa Senhora das Dores, na Rua do Mar

























- Igreja Matriz N S dos Remédios - Em 1646, a senhora Dona Maria Jácome de Mello doou uma área para que fosse construída uma capela dedicada a Nossa Senhora dos Remédios. Ao redor dela, formou-se o povoado de Paraty. Erguida em pedra e cal, a primeira capela foi demolida em 1668 para dar lugar a uma maior, concluída em 1712. Em 1789 teve início a construção da edificação atual, concluída em 1873. Tem estilo neoclássico. Praça da Matriz, centro histórico. Visitas às seg., qua., sex. e aos sábados pela manhã; dom., o dia todo. Centro de Informações Turísticas, tel: (24) 3371-1897.

- Igreja N S das Dores - Construída em 1800 por mulheres para os pobres que até então assistiam à missa do lado de fora das igrejas. Rua Fresca, esquina com o beco da Capela, Centro Histórico. De ter. a dom., das 9h às 12h e das 14h às 17h.

- Santa Casa de Misericórdia de Paraty
















- Forte Defensor Pérpetuo e Casa da Pólvora (indo para o bairro do Jabaquara). O forte abriga o Centro de Artes e Tradicoes Populares de Paraty - Foi construído em 1703, para proteger a cidade da invasão de piratas, e reconstruído em 1722, quando recebeu esse nome em homenagem a Dom Pedro 1º. Dos sete fortes que existiam é o único que resistiu até hoje. Abriga uma das poucas casas de pólvora das fortificações brasileiras. No local, funciona o Centro de Artes e Tradições Populares de Paraty. Fica entre as praias do Pontal e Jabaquara, no Morro do Forte. Visitas de qua. a dom., das 9h às 12h e das 14h às 17h. Centro de Informações Turísticas, tel: (24) 3371-1897


- Capela da Generosa - localiza-se no Beco do Propósito, à margem do  rio Perequê Açu  
onde morreu afogado Teodoro, um ex-escravo liberto, que ali se atreveu a pescar em uma Sexta feira Santa(os antigos diziam que na sexta feira santa nada poderia ser feito a não ser se alimentar e banhar-se). Em memória do fato, uma senhora de nome Maria Generosa, aí, fez erguer a capela, sob a invocação da Santa Cruz, que recebeu o nome da benfeitora.

- Igreja N S do Rosário e São Benedito - De 1722, foi reedificada em meados de 1757 e era destinada aos escravos que ajudaram na sua construção. Possui a mais importante talha das igrejas de Paraty. Largo do Rosário (rua do Comércio/rua Tenente Francisco Antônio), centro histórico. De ter. a dom., das 9h às 12h e das 14h às 17h.

- Oratório de Santa Cruz das Almas - também conhecido como Oratório de Santa Cruz dos Enforcados, localiza-se no antigo caminho para o Pelourinho (colunas de pedra colocadas em lugar público, onde eram amarrados escravos e ou criminosos para serem acoitados, punidos)

- Engenho da Fazenda Muricana -
























- Engenho da Boa Vista, onde em seu Engenho a Vapor, em alambique de barro, foi produzida a Azulina, cachaça de cor azulada, destilada junto a folhas ou casca de tangerina.

- Engenho do Bom Retiro, cuja cachaça foi premiada em 1908, no centenário comemorativo da abertura dos portos do Rio de Janeiro.

Toca do kassanunga - Antigo cemitério indígena sob pedras gigantes e curiosamente dispostas, uma sobre as outras, formando grutas e passagens. Localizada numa das pontas da praia do Jabaquara, junto ao mangue.

Caminho do Ouro - A estrada construída pelos escravos entre os séculos 17 e 19, a partir de trilhas dos índios goianas, vem sendo revitalizada e revelada aos brasileiros que prezam por conhecer um pouco mais da história e importância da cidade. A revitalização teve início em 2003. Grande parte do calçamento é do século 18, que a mata manteve preservada. O Caminho do Ouro é um exemplo de turismo sustentável. Conhecido antigamente como "estrada da serra do facão", serviu durante mais de três séculos para escoar ouro, café, escravos e cachaça. O trecho aberto ao público é de 2,5 km (1h30 de caminhada).
Saídas às 11h30, diariamente. Associação dos Guias de Paraty, tel: (24) 3371-1783.

- Aldeias Guaranis de Araponga e Parati Mirim - se localizam nos arredores da cidade e para sua visitação é necessário autorização no posto da Fundação de Proteção ao Índio, localizado nessas aldeias mesmo.

Saindo da cidade em direção ao litoral paulista, no bairro do Campinho, podemos realizar um Roteiro Etno ecológico no Quilombo Campinho da Independência (www.quilombocampinho.org.br).

Ao final do século XIX, com a decadência do refime escravocrata a história do Quilombo do Campinho foi escrita por três mulheres: Vovó Antonica, Tia Marcelina e Tia Luiza, que com base no regime matriarcal, conduziram o processo de desenvolvimento local.

Nos anos 70 com a construção da Rio-Santos, a rápida valorização da região surge a especulação imobiliária, a comunidade se reorganiza, tendo em foco a luta pela garantia de seu território, conquistado com a entrega do título de propriedade definitiva das terras pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, no ano de 1999, precisamente em 21 de marco (Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial).

Trabalhando em mutirões, os descendentes garantem a sustentabilidade local, fazem artesanatos com sementes, cipós, fibra de bananeira e outros. No local, também, existe um restaurante típico com comidas de origem Afro (quilombola).

La eu conheci o simpático funcionário quilombola chamado Sinei e saboreei uma deliciosa comida.

Existe a prática da Roda de Samba e Jongo, a Contacao de história com Griós (pessoas mais velhas, guardiãs da memória da comunidade)- momento culminante do roteiro etno ecológico proposto por eles.
Indo mais a frente, a uns 4 km de distancia, encontraremos a entrada para Trindade. Um pequeno balneário paradisiaco e tranquilo.
Eventos culturais e folclóricos
  • Festival de Música Sacra
  • Festival da Cachaça
  • Festival Internacional Literário
  • Encontro de Teatro de Rua
  • Carnaval e muitos outros

Local também paradisíaco, um pouco afastado mas incrivel é Trindade que recebe diariamente turistas do mundo inteiro que qerem conhecer as pontas formadas pelas serras e banhadas com belas praias que deixam qualquer visitante boquiaberto com o visual.









A Mata Atlântica acompanha, estática e silenciosa, o vai-e-vem do mar, que às vezes forma boas ondas para quem curte a prática do surf.

Encontram-se nas páginas históricas da Trindade, a saga de índios, piratas, portugueses, navios com tesouros, pescadores, hippies e até uma empresa multinacional.



Roteiros das Praias da Vila
Praia Brava

Piscina Natural
Ponta Negra
Praia do Sono
Antigos/ Antiguinhos
Praia da Galetinha
Cachadaço   
Não deixem de conhecer essas maravilhas!













terça-feira, 26 de junho de 2012

Olinda, terra do frevo e de um São Joao inesquecível

Olinda, cidade Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, fica no estado de Pernambuco, é uma das mais belas e preservada cidade do Estado.





Em Olinda, os grandes caipiras, destaques, são os famosos bonecos gigantes que ao som de muita zabumba e sanfona, se rendem ao forró e as quadrilhas, juntamente com crianças, idosos e muito turista nacional e internacional.











O nome da cidade, segundo dizem, é devido ao ilustre fidalgo português, donatário Duarte Coelho, que ao ver a cidade do alto, exclamou: - Oh linda situação para fundarmos uma vila!


O donatário fez tudo pelo desenvolvimento da terra. Fundou o primeiro engenho de açúcar, desenvolveu a agricultura, estabeleceu um livro de Tombo e em 1537 fundou a Vila de Olinda.
Em 1630, Olinda por ter se tornado um importante polo ecônomico, foi invadida pelos holandeses e incendiada no ano seguinte. Em 1654 os portugueses retomaram o poder e expulsaram os holandeses de vez.
Olinda nestas épocas foi capital da Provincia de Pernambuco e deixou de ser por volta de 1837, perdendo seu titulopara Recife.


Em Olinda foram ministrados os primeiros cursos jurídicos da Nação e ate hoje guarda em seus casarões e igrejas o estilo da era colonial.
















Palácio dos governadores - (foto acima)
Construído no século XVII, foi o antigo Paço dos Governadores Gerais do Brasil, de onde o País foi três vezes governado. Em 1824, nele se instalou a Assembléia Constituinte e Legislativa da Confederação do Equador. Ao longo dos anos, o prédio passou por várias restaurações. Mantém, atualmente, o estilo neoclássico de sua fachada. Apresenta assoalho em ipê, escadaria original em cedro e o piso em mosaico. Atualmente, é sede da Prefeitura Municipal de Olinda.

Olinda é um município essencialmente habitacional, comercial e turístico, e com um lindo artesanato local. A cidade respira ateliers. 

A parte alta é tombada e na parte baixa a maioria trabalha mesmo na capital, Recife.
A cidade tem um traçado irregular, de influência medieval, adaptando-se de forma orgânica às curvas do terreno e sendo influenciada pela arquitetura religiosa dominante na época.

















Quase um terço da área total do município é tombado pelo patrimônio histórico. A preservação desse sítio histórico começou na decada de 1930. A partir daí foram promovidas várias ações no sentido de preservar todo o patrimônio histórico, cultural e arquitetônico do município.




















Igreja do Mosteiro de São bento (foto acima) abaixo vista do alto da Igreja de S.Pedro






As fachadas multicoloridas dos casarios dos séculos 18 e19 enchem os olhos de quem sobe e desce as ladeiras da cidade pernambucana e fazem o visitante ter certeza de que Olinda está sempre em festa, mesmo fora de época.


O Centro histórico da cidade conserva com fidelidade a paisagem e o sítio da vila fundada ainda na primeira metade do século XVI. O traçado urbano é informal, característico dos povoados portugueses de origem medieval e todo conjunto está envolvido pela vegetação.








Enfim, são inúmeros os patrimônios preservados que devem ser visitados em Olinda, que não é conhecida somente por sua beleza arquitetônica mas tambem por ter um dos maiores patrimonios imaterial do Brasil, seu Carnaval e seu frevo.


























10 razões para você visitar Olinda e se encantar:

Famosas por suas festas e igrejas, a cidade é opção para quem quer animação o ano inteiro.
Sagrada e profana, Olinda é acidade da religião e do Carnaval. Os campanários e torres de suas igrejas centenárias apontam o céu, criando uma bela silhuieta para quem admira a cidade de longe. Quem a vê de perto, sente pelas riuas de paralelepípedo, o tremilicar do frevo e os tambores do Maracatu que agirtam o Carnaval da rua Olindense.Seus sinos também avisam que a cidade também reza. Além das igrejas e da folia,
Olinda oferece um sem fim de atrações. Em trés ou quatro dias é possível desfrutar dos principais deles, de igrejas e museus, restaurantes de comida regional, botecos e praia.

1. Prévias de Carnaval



O que não falta em Olinda é motivo para fazer festa. O Carnaval é um motivo perene. Cerca de três meses antes da data oficial, os olindenses vão às ruas nas noites de sexta, sábado e domingo ensaiar as marchinhas que serão cantadas durante os dias de folia. São as chamadas “prévias de Carnaval”. Basta você colocar um sapato confortável, roupas leves, separar a garrafa d’água e sair pulando pelas ruas de paralelepípedo ao som das marchinhas das bandas de rua, que se espalham pelo centro histórico da cidade.


2. Banda noturna  


E aqui vem mais música. Todas as sextas feiras do ano, por volta das 22horas, uma banda de homens e mulheres toca marchinhas de Carnaval, antigos sambas e algunsa frevos para o público que os espera diante da igreja de São Pedro e seguem pelas ruas do centro histórico.

















Ponto de encontro:
Praça Conselheiro João Alfredo, s/n –  frente à Igreja de São Pedro
Horário de funcionamento: sexta-feira, das 22h às 23h30
Preço: grátis


3. Bodega de Veio
Os secos e molhados de Veio são os mais tradicionais de Olinda. Sua bodega tem aquela cara boêmia, com balança sobre o balcão, garrafas de cachaça nas prateleiras, condimentos, enlatados, doces, baleiro, manteiga de garrafa e salgados típicos. Botecão das antigas, é bastante frequentado por conta da cerveja gelada e dos petiscos.
Rua do Amparo, 212 – Amparo
Tel.: (81) 3429-0185
Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 8h às 23h; domingo, das 8h às 14h

4. Casa de Noca
Dona Noca é outra figura tipicamente olindense. Sua casa-restaurante fica no topo da ladeira da Sé, no centro histórico da cidade. Quem se senta às mesas simples que ela coloca no quintal espera sempre pela mais famosa macaxeira com carne de sol da cidade.
Rua das Bertiogas, 243 – Carmo
Tel.: (81) 3439-1040
Horário de funcionamento: todos os dias, das 11h à 1h
Preço médio: R$ 25

5. Igreja de São Salvador do Mundo (Igreja da Sé) - FOTO MAIS ACIMA
Com um rico altar-mor trabalhado em madeira cedro e recoberto com folhas de ouro, esta igreja, datada de 1762, fica anexa ao Mosteiro de São Bento, cuja conclusão se deu em 1599. Tendo passado por várias reformas, após quase um século de construção, a igreja ganhou distintos estilos, como neoclássico, barroco e rococó. A beleza do altar é tanta que, em 2002, ele foi desmontado e levado para o museu Guggenhein, em Nova Iorque, para participar de uma exposição sobre arte brasileira.
Rua de São Bento, s/n – Varadouro
Tel.: (81) 3429-3288
Horário de funcionamento: todos os dias, das 9h às 11h45 e das 14h às 17h
Preço: grátis
*Com adaptação para deficientes
6 - Praça Maxabomba

A Maxabomba, primeiro transporte urbano sobre trilhos da América Latina, chegou ao Recife em 1867, trazida pela companhia inglesa Brazilian Street Railway Limited. Eram pequenas locomotivas movidas a vapor. Em 1870 foi levada também a Olinda. Uma linha que partia da praça que hoje ganhou o nome do transporte servia as estações do Carmo, Milagres, Varadouro, Santa Tereza, Campo Grande e Encruzilhada de Belém até chegar ao Recife. 






O nome Maxabomba vem de uma corruptela abrasileirada das palavras em inglês “machine pump” (bomba mecânica, em tradução livre), inscritas na lateral dos vagões. Na praça há um excelente restaurante homônimo com decoração que remete aos tempos da estação ferroviária.


Praça Maxabomba, s/n – Carmo
Horário de funcionamento: todos os dias, 24hs com musica ao vivo de boa qualidade
Preço: grátis
* Com adaptação para deficientes











9. Museu do Mamulengo
O teatro de bonecos mamulengo é um dos principais representantes da cultura popular nordestina. Bonecos de madeira manipulados pelas mãos de atores cantam, dançam, brigam e caçoam, incorporando personagens típicos do Nordeste em cenas da vida cotidiana. O Museu do Mamulengo, criado em 1994, é o primeiro do Brasil dedicado à essa arte e possui um rico acervo com mais de mil bonecos.

Rua São Bento, 334 – Varadouro
Tel.: (81) 3493-2753
http://www.museudomamulengo.blogspot.com
museu.mamulengo@hotmail.com
Horário de funcionamento: terça a domingo, das 10h às 17h
Preço: R$ 2
10. Ilha de Itamaracá
As praias de Del Chifre, dos Milagres, do Carmo, Rio Doce, São Francisco e Janga são as mais próximas do centro de Olinda, mas infelizmente estão impróprias para banho. Mas a apenas 40 km da cidade está um dos paraísos pernambucanos: a Ilha de Itamaracá. As águas de suas praias são limpas e esverdeadas, suas areias são brancas e há centenas de cajueiros e mangueiras carregados de frutos pelas ruas da cidade. É possível fazer um bate-e-volta, mas recomenda-se pelo menos um fim de semana na ilha.
Como chegar
Pegue o ônibus Paulista-Joana Bezerra em frente ao supermercado Atacadão (Av. Pan Nordestina, 778) até o terminal de integração Pelópidas Silveira. De lá, pegue o ônibus Igarassu-BR e desça no terminall de integração de Igarassu para, então, pegar o terceiro e último ônibus, Ilha de Itamaracá.
- Horário de funcionamento sujeito a alteração.
- Consulte os estabelecimentos para saber a disponibilidade de vagas, possíveis taxas extras e formas de pagamento.




quinta-feira, 14 de junho de 2012

Rio de Janeiro - Parte 4 (continuação)


O Museu nacional como instituição científica do Brasil e o maior museu de história natural e antropológica da América Latina. Criado por D.João VI, em 06 de junho de 1818 e, inicialmente, sediado no Campo de Sant’Anna, serviu para atender aos interesses de promoção do progresso cultural e econômico no país.
Originalmente denominado de Museu Real, foi incorporado à Universidade do Brasil em 1946. Atualmente o Museu é integrado pela UFRJ e esta sediado, nos dias de hoje, na antiga residência imperial, em São Cristovão( bairro imperial com diversas construções de uma época remota) na Quinta da Boa Vista.



Durante sua existência, o prédio do Paço de São Cristóvão ou Palácio Imperial, sofreu diversas transformações, D. Pedro II o ampliou em 1850 transformando o em  um magnífico palácio em estilo neoclássico, obra iniciada pelo arquiteto português Manoel da Costa, que foi substituído pelo Frances Pedro Jose Lazaret. O objetivo das alterações arquitetônicas era o palácio ser solidificado como lugar que emana o poder imperial durante o Segundo Reinado, visando reforçar a construção do Estado Nação. Para isso, D. Pedro II contou com seus súditos, em especial com segmentos da nobreza brasileira, que acompanharam e apoiaram o monarca nos usos dos símbolos e rituais de fortalecimento do poder monárquico. Para desempenhar essas ações, utilizou como palco privilegiado a sua residência.

A família real  viveu por longo período neste palácio e o mesmo tornou-se testemunha de diversos momentos importantes na História do Brasil.


Vista da Quinta com o Paço de São Cristóvão cerca de 1820, antes da reforma neoclássica. O edifício tinha um único torreão. Reparem que o portão de entrada que aparece nesta antiga foto, em frente ao paço encontra-se atualmente na entrada do Jardim Zoológico do Rio de Janeiro que integra mais um espetáculo, à Quinta da Boa Vista(foto abaixo).





Nos primórdios dos séc. XVI e XVII a área pertencia a uma fazenda da ordem dos Jesuítas. Tendo sido os mesmos  expulsos em 1759 e houve o desmembramento e a parte de terra que hoje se conhece como a Quinta da Boa Vista  PASSOU A SER PATRIMÔNIO DA FAMÍLIA REAL.





























Após o casamento com D. Leopoldina, D. Pedro II passou a residir no Paço também. Ali nasceram a futura rainha de Portuga, sua filha D. Maria II e o futuro Imperador do Brasil, Pedro II. Foi na Quinta que D. Leopoldina  faleceu, em 1826, de parto.


A vida pregressa amorosa de D. Pedro II é conhecida por todos, próximo à Quinta, em um casarão presenteado por ele mesmo, vivia Domitila de Castro Canto e Mello, a conhecida Marquesa de Santos, sua favorita, com quem teve vários filhos.




O Solar da Marquesa de Santos foi tombado pelo IPHAN em 1938, hoje é conhecido como o Solar da Marquesa de Santos ou Museu do Primeiro Reinado e, atualmente, encontra-se em obras de restauração. Como o nome sugere o Museu, criado em 1970, foi criado para a  preservação da memória da passagem da família Real no Brasil.

Também chamado de Palacete do Caminho Novo, o  edifício possuí 2 pavimentos com traços do barroco colonial uma vez que foi reformado a partir de uma construção anterior. A decoração interna é requintada e foi entregue a artistas de renome na época.

Após reformas na época de D. Pedro I,  o prédio ganhou o atual pórtico com frontão clássico ladeado por 2 volumes laterais idênticos. A decoração interna foi elaborada por diversos artistas de renome da época.



Segundo historia, diz-se que o túnel acima,  que se encontra debaixo da escada, era passagem de D. Pedro I para a casa da amante. Das janelas de seu palacete o mesmo a vigiava, pois o solar é ladeado de janelas, talvez propositadamente.

Mas Domitila morou nele por pouco tempo (1826 a 1929) pois seu romance com D. Pedro I termina quando o mesmo casa-se com outra, após a morte de sua primeira esposa Leopoldina.

Enfatizo  que este rico acervo está sofrendo restaurações e que o mesmo ficou abandonado por descaso por muitos anos.

Solar a parte, voltemos ao Palacete Imperial, hoje Museu Nacional....

No Palácio de São Cristovão também nasceu e cresceu Pedro II , que em idade adulta  empreendeu diversas reformas  na propriedade, tais como obras de embelezamento dos jardins, executadas por volta de 1869 com projeto do paisagista francês Auguste François Marie Glaziou,  as quais, muitas características originais permanecem até os dias atuais, como a Alameda das Sapucaias, um lago onde hoje pode-se andar de pedalinhos e outro onde se encontra uma gruta artificial onde pode-se alugar canoas a remo.
No Paço também nasceu a Princesa Isabel  , filha de D. Pedro II com D. Teresa Cristina.





A grande área da Quinta serve para os moradores como área de laser e de práticas de esportes como caminhadas e corridas e é ótima para um piquenique(convescote imperial por assim dizer - risos)

Não deixem de conhecer...as crianças irão ficar encantadas com a vegetação e os animais do Zoológico. Bom Passeio...boa história.









quarta-feira, 16 de maio de 2012

Filme sobre o Pao de Açucar parte 2


RIO DE JANEIRO PARTE 3 (CONTINUAÇÃO)




































O Estádio de Futebol, jornalistas Mario Filho, mas conhecido como Maracanã é segunda atração turística da cidade do Rio de Janeiro a ser visitada.

Construído em 1950, para sediar a Copa Mundial daquele ano, tem sido, desde então palco de grandes jogos e campeonatos nacionais e internacionais



Atualmente o Maracanã esta passando por uma grande reforma para estar apto e operante para a próxima Copa do Mundo, pois provavelmente será palco dos jogos finais da Copa de 2014





















Apesar de estar em obras  o estádio continua de portas abertas. A nova visitação foi aberta no dia 4 de março de 2011 e é feita pela Torre de Vidro. Localizado na Zona Norte da cidade, o acesso ao complexo – que compreende também o Maracanãzinho, a Pista de Atletismo Célio de Barros e o Parque Aquático Julio de Lamare – é fácil. É possível chegar de metrô (estação Maracanã ou São Francisco Xavier + integração), ônibus ou trem: todos param em frente ao Estádio.
Ao longo dos andares da Torre, é possível ver o acervo do estádio. A antiga Calçada da Fama foi transportada e lá estão eternizados 100 pares dos pés dos maiores craques do futebol mundial, entre eles: o Rei Pelé, Zico, Garrincha, Rivelino, Didi, Eusébio, Beckenbauer, Romerito, Figueroa, Ronaldo Fenômeno, Roberto Dinamite, Jairzinho, Carlos Alberto Torres, Gerson e a melhor jogadora do mundo de futebol feminino em 2006, eleita pela Fifa, e campeã dos XV Jogos Pan-Americanos, Marta - a única mulher a fazer parte da calçada da fama.
Acessando o terceiro andar, pelas escadas rolantes ou pelos elevadores panorâmicos da torre de vidro, o visitante encontra mais pés da Calçada da Fama, a estátua do ex-jogador Zico, os bustos do ex-técnico Zagallo e do eterno Garrincha. Uma maquete virtual do estádio dá ao visitante sensação de estar dentro do novo Maracanã. A grande novidade deste formato fica por conta do mirante, de onde é possível ter uma visão privilegiada das obras, acompanhando de perto esse momento histórico, a transformação do estádio.
Uma loja de produtos de esporte e lembranças do estádio e um bar completam o espaço que, climatizado, oferece mais conforto, qualidade e segurança aos visitantes.

INFORMAÇÕES: (21) 8871-3950
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 9h às 19h, de segunda a domingo, inclusive feriados.
INGRESSOS PROMOCIONAIS: R$ 20,00 (Estudantes brasileiros pagam meia. Pessoas da terceira idade e portadores de necessidades especiais e seu acompanhante com carteira de identificação não pagam).


ARQUIPÉLAGO DAS  CAGARRAS






























Arquipélago das  Cagarras. Um conjunto de sete ilhas e rochedos (Laje da Cagarra, 
Cagarra, Filhote da Cagarra, Matias, Praça Onze, Comprida e Palmas) localizado
 a cerca de 5 km ao sul da praia de Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro.
Não há consenso sobre a origem do nome. A mais aceita é que seria devido 
à grande quantidade de excremento das aves marinhas que habitam 
ou sobrevoam o arquipélago. 
Elas se alimentam principalmente de peixes e, depois, excretam o excesso
 de cálcio de suas refeições nas encostas rochosas das ilhas, manchando-as 
de branco.
Em 1730, a ilha principal, a Cagarra, figura numa carta náutica com o nome
afrancesado de "Ilha Cagade". Numa outra carta, datada de 1767,
aparece com sua denominação em português: "Ilha Cagado".
Um outro fato, no mínimo curioso, é que o nome do arquipélago é o mesmo 
de uma ave, que vive na Ilha da Madeira (território português a oeste da 
costa africana). Mas a cagarra ou cagarro ("Calonectris diomedea") não é encontrada por aqui.
Em 13 de abril de 2010, foi criado o Monumento Natural do Arquipelágo das Ilhas Cagarras. Uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, com o objetivo de preservar este paraíso  ecológico.
É comum encontrarmos pássaros como Gaivotas, João-Grandes (também conhecidos como Fragatas ou Tesourões), Atobás, Maçaricos, Gaviões, Corujas, Trinta-Réis, Bem-te-vis, Biguás, Garças, Urubus (estes, mais comuns nas ilhas onde ocorre lixo derivado dos acampamentos desordenados), entre outras espécies.
Animais como ratos, cobras e lagartos também já foram observados por lá.
A vegetação é típica da mata atlântica com forte ocorrências de bromélias, clusias, orquídeas, filodendros e algumas árvores como palmeiras.
No fundo de suas águas, encontramos uma enorme variedade de peixes, crustáceos, moluscos, algas, estrelas do mar, além das visitas constantes de tartarugas, golfinhos e até baleias.
TOUR: Passeio de Barco para Ilhas Cagarras
O QUE INCLUI: Passeio de Barco e Frutas da estação.
DURAÇÃO: 04:30h
HORA DE EMBARQUE: 10:00h
LOCALIZAÇÃO: Ilhas em Frente a Ipanema.
FREQUENCIA: Todos os Dias (Os roteiros poderão ser alterados ou cancelados de acordo com as condições meteorológicas)
PRINCIPAL ACESSO: Aterro do Flamengo -   Preço R$ 100,00 por pessoa



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