Paraty fica no lado oeste do Estado do Rio de Janeiro, a 268 km da capital, cidade do Rio de Janeiro.
Em 1667, após varias revoltas populares, emancipou-se de
Angra dos Reis, tornando assim independente.
Paraty, esta apenas a uma atitude em média de 5 metros e entre dois rios.
Quase ao nível do mar, a cidade foi projetada levando em conta o fluxo das
marés. Como resultado, muitas de suas ruas são periodicamente inundadas pela
maré, tornando-a muito pitoresca.
Parati possui cerca de cinquenta bairros e localidades. Os mais populosos são o Parque da Mangueira, com cerca de 7 000 moradores e Ilha das Cobras, que tem cerca de 2 000 habitantes.Os que concentram maior renda são os de Laranjeiras, Mambucaba e Centro Histórico.
Outros bairros importantes que estão próximos ao Centro são: Chácara,
Chácara da Saudade, Bairro de Fátima, Patitiba, Parque de Mangueira, Ilha das
Cobras, Parque Ipê, Portão de Ferro I, Portão de Ferro II, Portão de Ferro III,
Vila Colonial, Parque Imperial, Caborê, Pontal, Jabaquara, Portal das Artes e
Dom Pedro.
A cidade manteve-se estagnada por longos anos, antes da construção da Estrada Rio-Santos, e graça a este fato, seus casarios coloniais e calcamento em pedra moleque mantiveram-se preservados, no conhecido Centro Histórico até os dias de hoje.
Hoje Paraty é notadamente uma cidade turística e internacionalmente conhecida por seus festivais culturais e de tradições caiçaras, povo indígena oriundos da localidade e que mora nas proximidades.
Pelas ruas de pedra irregular, circulam-se a pé – a entrada
de veículos é proibida na maior parte do Centro Histórico - turistas do mundo
inteiro, atraídos pela beleza da arquitetura típica do Brasil Colônia. As casas
históricas foram requalificadas como pousadas, restaurantes, lojas de
artesanato e museus, em meio a apresentações de músicos populares e de estátuas
vivas.
A rede hoteleira na Cidade é constituída de pousadas.
Outro aspecto de relevo no setor é a prática de mergulho
autônomo. As águas calmas, cristalinas e sempre tépidas da Baía da Ilha Grande são
ideais para essa prática, atraindo grande número de praticantes. Várias
operadoras de mergulho oferecem seus serviços na cidade e nas marinas,
atendendo não apenas às escolas de mergulho, mas também a turistas interessados
em conhecer a Parati subaquática.
Lugares de interesse
- Chafariz do Pedreira - à entrada da cidade, em mármore,
foi iniciado em 1851 e inaugurado em 1853 pelo conselheiro Luiz Pedreira do
Couto Ferraz que bebeu sua primeira dose de água em copo de ouro
- Sobrado dos Bonecos e Passos da Paixão - localizado à Rua
Tenente Francisco António, nele se destaca o beiral em telhas de louça, devido
a existência de diversos bonecos que encimavam a platibanda do casarão. Ao lado
esta situada a Capela da Paixão, aberta somente na Semana Santa para as procissões.
- Antiga Cadeia Pública ou Quartel da Patitiba - Data do início do século 18. Entrou em
ruínas e em seu lugar foi construída a cadeia pública. - atualmente, sedia a
Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes do município e o Instituto Histórico
e Artístico de Paraty e a Biblioteca Municipal.
- Igreja Santa Rita de Cássia – Cartão postal da cidade foi
construída em 1722, sendo a mais antiga edificação religiosa da cidade. Até a
conclusão da igreja de Nossa Senhora dos Remédios, foi a Matriz de Paraty. Quem
chega de barco, avista a edificação ao longe. Nela funciona o Museu de Arte
Sacra de Paraty. Largo de Santa Rita, centro histórico. De quarta a dom., das
9h às 12h e das 14h às 17h.
- Rua do Fogo - é uma das poucas ruas da cidade que conserva o seu primitivo nome. Situada entre os vértices do Largo de Santa Rita à Rua Maria Jácome de Melo.
- Rua Dona
Geralda - Geralda Maria da Silva nasceu em Parati em 1807. Benemérita, herdou
de seu pai grande fortuna, que a lenda local associa à descoberta de um tesouro
de piratas. Localiza-se a Casa da Cultura, datada de 1754 e que ate metade do século
19 foi escola publica. Abriga eventos e exposições artísticas diversas.
- Rua da Praia - comunica o Mercado do Peixe à beira do rio
Perequê-açu. Em determinadas luas, é inundada pelas águas da maré alta, que
refletem o seu casario, espetáculo que atrai a atenção dos turistas.
- Rua Fresca - outrora denominada Rua das Dores (por abrigar
a Igreja de Nossa Senhora das Dores)
- Sobrado dos Orleans e Bragança, próximo à Igreja de Nossa
Senhora das Dores, na Rua do Mar
- Igreja Matriz N S dos Remédios - Em 1646, a senhora Dona Maria Jácome de Mello doou uma área para que fosse construída uma capela dedicada a Nossa Senhora dos Remédios. Ao redor dela, formou-se o povoado de Paraty. Erguida em pedra e cal, a primeira capela foi demolida em 1668 para dar lugar a uma maior, concluída em 1712. Em 1789 teve início a construção da edificação atual, concluída em 1873. Tem estilo neoclássico. Praça da Matriz, centro histórico. Visitas às seg., qua., sex. e aos sábados pela manhã; dom., o dia todo. Centro de Informações Turísticas, tel: (24) 3371-1897.
- Igreja N S das Dores - Construída em 1800 por mulheres
para os pobres que até então assistiam à missa do lado de fora das igrejas. Rua
Fresca, esquina com o beco da Capela, Centro Histórico. De ter. a dom., das 9h
às 12h e das 14h às 17h.
- Forte Defensor Pérpetuo e Casa da Pólvora (indo para o bairro do Jabaquara). O forte abriga o Centro de Artes e Tradicoes Populares de Paraty - Foi construído em 1703, para proteger a cidade da invasão de piratas, e reconstruído em 1722, quando recebeu esse nome em homenagem a Dom Pedro 1º. Dos sete fortes que existiam é o único que resistiu até hoje. Abriga uma das poucas casas de pólvora das fortificações brasileiras. No local, funciona o Centro de Artes e Tradições Populares de Paraty. Fica entre as praias do Pontal e Jabaquara, no Morro do Forte. Visitas de qua. a dom., das 9h às 12h e das 14h às 17h. Centro de Informações Turísticas, tel: (24) 3371-1897
- Capela da Generosa - localiza-se no Beco do Propósito, à margem do rio Perequê Açu
onde morreu afogado Teodoro, um ex-escravo liberto, que ali
se atreveu a pescar em uma
Sexta feira Santa(os antigos diziam que na sexta feira santa
nada poderia ser feito a não ser se alimentar e banhar-se). Em memória do fato,
uma senhora de nome Maria Generosa, aí, fez erguer a capela, sob a invocação da
Santa Cruz, que recebeu o nome da benfeitora.
- Igreja N S do Rosário e São Benedito - De 1722, foi
reedificada em meados de 1757 e era destinada aos escravos que ajudaram na sua
construção. Possui a mais importante talha das igrejas de Paraty. Largo do
Rosário (rua do Comércio/rua Tenente Francisco Antônio), centro histórico. De
ter. a dom., das 9h às 12h e das 14h às 17h.
- Oratório de Santa Cruz das Almas - também conhecido como
Oratório de Santa Cruz dos Enforcados, localiza-se no antigo caminho para o Pelourinho
(colunas de pedra colocadas em lugar público, onde eram amarrados escravos e ou
criminosos para serem acoitados, punidos)
- Engenho da Boa Vista, onde em seu Engenho a Vapor,
em alambique de barro, foi produzida a Azulina, cachaça de cor azulada, destilada
junto a folhas ou casca de tangerina.
- Engenho do Bom Retiro, cuja cachaça foi premiada em 1908,
no centenário comemorativo da abertura dos portos do Rio de Janeiro.
Toca do kassanunga - Antigo cemitério indígena sob
pedras gigantes e curiosamente dispostas, uma sobre as outras, formando grutas
e passagens. Localizada numa das pontas da praia do Jabaquara, junto ao mangue.
Caminho do Ouro - A estrada construída pelos escravos entre os séculos 17 e 19, a partir de trilhas dos índios goianas, vem sendo revitalizada e revelada aos brasileiros que prezam por conhecer um pouco mais da história e importância da cidade. A revitalização teve início em 2003. Grande parte do calçamento é do século 18, que a mata manteve preservada. O Caminho do Ouro é um exemplo de turismo sustentável. Conhecido antigamente como "estrada da serra do facão", serviu durante mais de três séculos para escoar ouro, café, escravos e cachaça. O trecho aberto ao público é de 2,5 km (1h30 de caminhada).
Caminho do Ouro - A estrada construída pelos escravos entre os séculos 17 e 19, a partir de trilhas dos índios goianas, vem sendo revitalizada e revelada aos brasileiros que prezam por conhecer um pouco mais da história e importância da cidade. A revitalização teve início em 2003. Grande parte do calçamento é do século 18, que a mata manteve preservada. O Caminho do Ouro é um exemplo de turismo sustentável. Conhecido antigamente como "estrada da serra do facão", serviu durante mais de três séculos para escoar ouro, café, escravos e cachaça. O trecho aberto ao público é de 2,5 km (1h30 de caminhada).
Saídas às 11h30, diariamente. Associação dos Guias de
Paraty, tel: (24) 3371-1783.
- Aldeias Guaranis de Araponga e Parati Mirim - se localizam
nos arredores da cidade e para sua visitação é necessário autorização no posto
da Fundação de Proteção ao Índio, localizado nessas aldeias mesmo.
Saindo da cidade em direção ao litoral paulista, no bairro
do Campinho, podemos realizar um Roteiro Etno ecológico no Quilombo Campinho da
Independência (www.quilombocampinho.org.br).
Ao final do século XIX, com a decadência do refime
escravocrata a história do Quilombo do Campinho foi escrita por três mulheres:
Vovó Antonica, Tia Marcelina e Tia Luiza, que com base no regime matriarcal,
conduziram o processo de desenvolvimento local.
Nos anos 70 com a construção da Rio-Santos, a rápida valorização
da região surge a especulação imobiliária, a comunidade se reorganiza, tendo em
foco a luta pela garantia de seu território, conquistado com a entrega do título
de propriedade definitiva das terras pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro,
no ano de 1999, precisamente em 21 de marco (Dia Internacional de Luta pela Eliminação
da Discriminação Racial).
Trabalhando em mutirões, os descendentes garantem a
sustentabilidade local, fazem artesanatos com sementes, cipós, fibra de
bananeira e outros. No local, também, existe um restaurante típico com comidas
de origem Afro (quilombola).
La eu conheci o simpático funcionário quilombola chamado
Sinei e saboreei uma deliciosa comida.
Existe a prática da Roda de Samba e Jongo, a Contacao de história
com Griós
(pessoas mais velhas, guardiãs da memória da comunidade)- momento
culminante do roteiro etno ecológico proposto por eles.
Indo mais a frente, a uns 4 km de distancia, encontraremos a entrada para Trindade. Um pequeno balneário paradisiaco e tranquilo.
Eventos culturais e folclóricos
Local também paradisíaco, um pouco afastado mas incrivel é Trindade que recebe diariamente turistas do mundo inteiro que qerem conhecer as pontas formadas pelas serras e banhadas com belas praias que deixam qualquer visitante boquiaberto com o visual.
A Mata Atlântica acompanha, estática e silenciosa, o vai-e-vem do mar, que às vezes forma boas ondas para quem curte a prática do surf.
Encontram-se nas páginas históricas da Trindade, a saga de índios, piratas, portugueses, navios com tesouros, pescadores, hippies e até uma empresa multinacional.
Roteiros das Praias da Vila
Praia Brava
Piscina Natural
Ponta Negra
Praia do Sono
Antigos/ Antiguinhos
Praia da Galetinha
Eventos culturais e folclóricos
- Festival de Música Sacra
- Festival da Cachaça
- Festival Internacional Literário
- Encontro de Teatro de Rua
- Carnaval e muitos outros
Local também paradisíaco, um pouco afastado mas incrivel é Trindade que recebe diariamente turistas do mundo inteiro que qerem conhecer as pontas formadas pelas serras e banhadas com belas praias que deixam qualquer visitante boquiaberto com o visual.
A Mata Atlântica acompanha, estática e silenciosa, o vai-e-vem do mar, que às vezes forma boas ondas para quem curte a prática do surf.
Encontram-se nas páginas históricas da Trindade, a saga de índios, piratas, portugueses, navios com tesouros, pescadores, hippies e até uma empresa multinacional.
Roteiros das Praias da Vila
Praia Brava
Piscina Natural
Ponta Negra
Praia do Sono
Antigos/ Antiguinhos
Praia da Galetinha